abril 23, 2011

A minha solidão

Uma voz parece implorar por socorro
Desesperada, sufocada pela agústia
Grita para o vazio, o mais alto que pode
Chora até perder a consciência.
O sangue escorre, não há dor física
Pensamentos entorpecidos
Coração esmagado pela frieza
E o desejo de desligar-se para sempre
Tempestades de lágrimas infinitas
Raciocínio anormal
Risos psicopatas ecoando pelo nada
Sentimentos perdidos em um lugar desconhecido
A vontade de continuar se vai
E no final só há escuridão
Solidão, doce solidão

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